Definições sobre Druidismo

O druidismo é a tradição espiritual nativa das Ilhas Britânicas. Desenvolvendo-se por milênios desde os primeiros povos estabelecidos ali após a Era Glacial, era uma religião mágica pagã e hoje ela é, além disso, uma religião baseada na relação sagrada entre o indivíduo e os espíritos da Natureza, a paisagem e os ancestrais. Sua ética é baseada na honra – respeito profundo – pela vida em si, suas práticas são baseadas na busca de sabedoria por meio de uma relação inspirada de espírito para espírito, e na expressão da verdade através de uma vida vivida de forma plena e sagrada, com consciência criativa.

A awen é a energia da inspiração divina, o fluxo do espírito, a essência da vida em movimento. Ela é o fino poder da relação sagrada, o poder que transborda através do corpo e da alma quando espíritos se tocam, quando a vida é reconhecida, quando a experiência de um momento é compartilhada, quando a energia divina é trocada. Awen é o foco da profunda busca interna, é aquilo que todos procuramos enquanto tropeçamos pela vida, aquilo que nos traz sabedoria, clareza, liberdade, êxtase, alegria de estar vivo, simplesmente estar, uma presença tranqüila. É fogo na mente, frenesi poético, desejo de respirar, propósito completo em perfeita serenidade.

O símbolo da awen foi inventado pelo gênio e, ao mesmo tempo, “charlatão” da história do druidismo do século 19, Iolo Morganwg, como uma expressão do poder da awen, a essência do druidismo. Mais comumente desenhado com 3 círculos com 3 linhas embaixo, ele pode ser entendido como o Sol em 3 pontos: dos equinócios (o círculo do meio), do solstício de inverno (círculo à esquerda) e do solstício de verão (círculo à direita), e os 3 raios (linhas) são entendidos como os dons do Sol: os raios de luz, de calor, de inspiração, indicando um simbolismo de conhecimento, de guia, de sabedoria. Os círculos podem também ser entendidos como as 3 gotas de inspiração da lenda galesa de Cerridwen.

Existem muitas formas de druidismo hoje e a expressão desse caminho é tão diversa quanto o número de indivíduos que o praticam. Mas existem alguns princípios bastante amplos que sustentam os fios juntos em um laço comum, permitindo que as energias e as espiritualidades individuais se misturem e se associem para criar o que é reconhecido por muitos como druidismo. Esses princípios falam sobre o respeito pelos outros e pelo meio ambiente, sobre autoconhecimento e sobre reverenciar nossos deuses, quem quer que sejam eles, sejam quais sejam os nomes pelo quais os conhecemos. Druidismo é a conexão de espírito para espírito, com cada um de nós e com todos os seres vivos.

Os druidas reverenciam a Natureza e as mudanças de ciclo do ano, suas celebrações refletem isso. Seja celebrando em grupos (conhecidos como groves ou nemetons) ou individualmente, eles irão honrar essa relação tão mutável por meio do ciclo do ano. Esse ciclo – também conhecido como “roda do ano” – consiste em 8 festivais: Samhain (31/10), solstício de inverno, Imbolc (2/2), equinócio de primavera, Beltane (1/5), solstício de verão, Lammas/Lughnasadh (1/8) e equinócio de outono. De todos eles, o solstício de verão é o mais conhecido pelo público em geral, por sua relação com as celebrações em Stonehenge. Entretanto, devido ao enorme número de pessoas que freqüentam esse monumento ancestral na exata data do solstício, vários grupos druídicos optam por celebrar em outro dia, o mais próximo possível da data. Além disso, alguns grupos celebram as mudanças de ciclos da Lua também, com rituais de lua cheia e lua nova. Assim como celebram os ciclos das estações, muitos druidas estão envolvidos com trabalho ambientalista e com a proteção de nosso planeta.



Sangrado Por: M@rcu$ às 00h32
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Secao Contos e Historias...

 Uma torta para a noite de Samhain

Uma torta para a noite de Samhain

 



Quando entrou em sua casa, Viviane sentiu alguma coisa diferente. Era como se tivesse deixado uma janela aberta e a brisa de final de inverno tivesse invadido a sala. Mas o curioso é que não era inverno, e que a sala não estava propriamente fria. Estava apenas diferente.
Ela acendeu as luzes e encostou a porta atrás de si. Nesse momento, escutou o "tic-tic" das patinhas da vira-lata Cuca se aproximando, vinda da cozinha. Isso também era diferente, porque Cuca costumava esperá-la perto da porta, sentadinha em seu tapete preferido, peludo, que ficava ali embaixo da mesinha do hall. Cuca a saudou feliz como de costume. Pulava em suas pernas, querendo atingir-lhe o rosto com lambidas de saudação. Viviane a tomou nos braços e beijou-a, sentindo a língua quente e festiva da cadelinha roçando sua orelha.
- O que você estava fazendo na cozinha, sua moleca? Aprontando alguma, né?
Viviane a colocou no chão de novo e foi para a cozinha com receio do que ia ver, e ao mesmo tempo tomada pela estranha sensação que experimentara ao entrar na casa.
Quando estava para cruzar a porta, foi surpreendida por um calor repentino, quase um choque, e hesitou. Era como se alguém a tivesse tocado, mais até, abraçado, pois era quente e palpável. Esticou a mão instintivamente, mesmo não enxergando nada na sua frente. Cuca correu para a cozinha alegremente, parou na porta e olhou para a dona, como quem diz: Você não vem? Entre logo!!
Viviane quase podia ouvi-la falar. Arrepiada, com aquele calor espiritual emanando ao seu redor, ela cruzou a porta.
Assustou-se e maravilhou-se sucessivamente. Diante da pia, com um gostoso sorriso nos lábios enquanto mexia uma massa numa travessa, estava a sua avó. Gordinha, de bochechas coradas, cabelos prateados. Exatamente como estava no dia em que morrera. Viviane levou uma das mãos aos lábios para conter uma exclamação, mas nesse gesto não havia medo. Ela apenas continha um grito porque não queria afugentar a aparição. Cuca abanava o rabo efusivamente para a senhora que cozinhava.
- Cuca, se comporte. Depois você ganha sua porção… - repreendeu dona Rita, avó falecida de Viviane, sem deixar de sorrir.
Viviane entrou com cuidado na cozinha, como se a avó fosse um bicho arisco que fosse fugir. Não era, claro. Ela ergueu o olhar doce para a neta e sorriu mais.
- Vivi, que bom que você chegou! Me ajuda a terminar esta torta?
Conforme ela se aproximava da avó, o calor estranho que sentia se intensificava. Viviane arriscou imaginar que estava tocando a alma da avó e ela a sua. Estavam compartilhando um contato intenso e confortador.
- Vovó! O que está fazendo aqui?
- Uma torta, querida, aquela que você adora.
- Não, eu quero dizer o que você está fazendo aqui… no mundo dos vivos.
- Eu nunca saí daqui, Vivi. Você apenas não podia me ver.
Viviane chegou perto agora e tomou-a nos braços, deliciando-se com o cheiro daquela colônia de alfazema que ela usava, com o toque acalentador do abraço dela no seu. Começou a chorar, claro. A emoção era forte, não apenas pelas saudades e lembranças que jorravam, mas pelo próprio encontro em si. Nunca tinha reparado que a avó tinha um abraço tão quente e tão cheio de energia.
- Sabe, Vivi, existem épocas do ano em que a gente fica muito mais próxima e você pode até me ver, como está vendo hoje. Mas não se preocupe em encontrar respostas. Vamos aproveitar a noite. Vamos terminar a torta e vamos comer a torta. E beber uma cerveja também, você tem cerveja aí, não tem?
- Tenho, claro – Viviane respondeu com um enorme sorriso, sentia uma felicidade imensa em poder compartilhar novamente momentos com a sua avó.
- Então vamos celebrar. Vamos celebrar nosso encontro.
E passaram o resto da noite juntas, cozinhando, comendo, bebendo e conversando muito, por horas a fio, sem nem olharem no relógio. Da cozinha, passaram à sala, onde falaram e riram juntas no sofá, e ainda fizeram um chá perfumado, e falaram mais ainda.
Sempre junto delas, Cuca participava da celebração, bastante alegre também, como demonstrava seu rabinho que não parava. Mas, diferente de Viviane, ela não achava nada de anormal. Via dona Rita com freqüência pela casa e no jardim, em qualquer dia que fosse. Abanava o rabo para ela, sentia seu carinho em sua cabecinha e até passeava com ela pelo gramado.
Simples assim.

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Sangrado Por: M@rcu$ às 21h55
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Secao Xamanismo...




"Se você falar com os animais, eles irão falar com você.
E assim, vocês conhecerão um ao outro.
Se você não falar com eles, não os conhecerá...
...E aquilo que você não conhece, você teme.
... E aquilo que se teme, se destrói.”


Encontrando seu Animal de Poder

Como escolhemos o nosso Animal de Poder? Primeiramente, não somos nós que escolhemos o nosso animal, e sim eles que nos escolhem e estabelecem uma ligação conosco. Os xamãs costumam encontrar seu animal de poder, através da dança ou uma visão.

Vocês devem estar perguntando, mas como manter contato com o meu animal? O que se segue agora é uma jornada xamânica verdadeiramente simples.

 

01 - Toque um tambor, ou coloque uma fita com a batida do tambor.
02 - Sente-se, feche os olhos e relaxe.
03 - Imagine um buraco na terra ou uma caverna.
04 - Inicie a jornada entrando no buraco ou caverna.
05 - Deixe uma paisagem aparecer na sua frente.
06 - Sinta um animal entrando nessa paisagem.
07 - Quando o animal aparecer, peça-o para que lhe diga as suas qualidades.
08 - Escute as respostas, o segredo maior do xamã é saber escutar e ver os sinais.
09 - Faça o caminho de volta até a abertura pela qual você entrou, e por fim agradeça-o pelas informações e comunicação.

Obs.: Não preocupe-se se não conseguir manter contato na primeira vez. Procure manter contato uma próxima vez. Quando estiver escutando o animal, não se preocupe em pensar que está inventando as respostas, isso é comum no início. Com a prática você irá sentir a diferença.


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Sangrado Por: M@rcu$ às 00h41
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Secao Os povos antigos.

Os Celtas

A natureza era a companhia do homem primitivo. Ela fornecia abrigo e alimento e, em retorno, a humanidade a reverenciava.
As religiões primitivas louvavam as pedras e montanhas, os campos e florestas, os rios e oceanos.
A Voz da Floresta é uma ponte mítica entre o mundo dos deuses e o dos homens, entrelaçado com a veneração que os Celtas tinham pelas árvores.

Como uma representação do universo, as raízes das árvores habitam o solo, o conhecimento profundo da Terra. E o tronco une as raízes ao céu, trazendo este conhecimento à luz.

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Sangrado Por: M@rcu$ às 23h31
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Secao Ervas,Incensos,Esencias Etc...

Incensos 

 

 

Absinto: Estimulante geral para o cansaço mental e físico. 
Alecrim: Traz saúde e sucesso nos negócios, acalma. 
Alfazema: Acalma , limpa o ambiente. 
Almísca: Afrodisíaco, traz sensualidade e atração. 
Amor Perfeito: Purifica, estudo, amor, elevação das vibrações. 
Angélica: Fortifica a espiritualidade. 
Anis: Para despertar o amor interno. 
Anúbis: Para desperta a força. 
Arruda: Proteção, limpa ambientes carregados. 
Bálsamo: Acalma e equilibra a energia. 
Bálsamo Rosa: Acalma, purifica, estudo, amor, elevação das vibrações, psíquicos. 
Benjoim: Aumenta a espiritualidade, exorcismo. 
Camomila: Acalma, purifica, psíquicos. 
Canela: Estimulante; atrai prosperidade, bens matérias, equilíbrio mental. 
Cânfora: Acalma, limpa ambientes carregados, desenvolvimento psíquico. 
Cedro: Purifica, para despertar orças, psíquico. 
Côco: Estimula o bem estar. 
Cravo: Excitante, afrodisíaco, expulsar forças negativas, e expectorante. 
Cravo-da-Índia: Purifica, para despertar força, espiritualidade, sensualidade e atração. 
Dama-da-Noite: Ideal para encontros amorosos. 
Egípcio: Purifica, amor. 
Erva-Doce: Poderoso calmante. 
Espiritual: Purifica, para despertar forças e espiritualidade. 
Eucalipto: Purifica. 
Eternum: Estudo, espiritualidade, elevação das vibrações, psíquicos. 
Flôr-do-Campo: Equilíbrio emocional. 
Flôr-de-Pitanga: Incentiva a criatividade. 
Flôr-da-Índia(Kewda): Purifica as vias respiratórias. 
Floral: Afasta os sentimentos negativos. 
Eliotropio: Amor. 
Jasmim: Afrodisíaco, atrai paixão, melhora o humor, espiritualidade, elevação das vibrações, psíquico. 
Kamarc: Para despertar força. 
Lavanda: Harmonia, paz e equilíbrio. 
Lótus: Estudo, elevação das vibrações. 
Maçã-Rosada: Acalma. 
Madeira: Energia positiva, amor, elevação das vibrações. 
Madeira Oriental: Sensualidade e atração. 
Mirra: Traz saúde e sucesso nos negócios, oferenda aos Deuses, boa sorte, acalma, purifica, espiritualidade, psíquico. 
Mirra Quefren: Para despertar força. 
Musk: Cria um ambiente de sensualidade. 
Nós Moscada: Diminui a ansiedade. 
Néfer: Amor, sensualidade e atração. 
Nefetis: Amor. 
Ópio: Favorece a determinação, elevação das vibrações, estudo e psíquico, alucinógeno. 
Ópio Rosa: Sensualidade e atuação. 
Orquídea: Afrodisíaco. 
Orquídea Azul: Psíquico. 
Patchuli: Desperta a alegria, clarividência, sensualidade, atração, para despertar força. 
Papoula: Psíquico. 
Quefren: Elevação das vibrações e psíquico. 
Rosa: Purifica, estudo, espiritualidade, amor, elevação das vibrações, psíquico. 
Rosa Branca: Purifica os sentimentos, acalma. 
Rosa Musgo: Rejuvenesce, embeleza e amacia a pele. 
Rosa Real: Útil na defesa da casa. 
Rosário: Acalma, amor, elevação das vibrações. 
Romanus: Para despertar força e psíquico. 
Sândalo: Acalma, purifica, estudo, espiritualidade, amor, elevação das vibrações, sensualidade e atração, favorece a meditação e a intuição; equilíbrio mental. 
Verbena: Atrai sorte. 
Vetvert: Ativa a sensualidade, comando. 
Violeta: Desperta autoconfiança, afrodisíaco. 
Templum: Estudo, espiritualidade, elevações das vibrações, psíquico. 
Ylag Ylang: Ativa a sensualidade, poderoso afrodisíaco.

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Sangrado Por: M@rcu$ às 20h57
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Secao Outras Dimensoes

 

 Summerland

Summerland é um termo geralmente empregado na wicca como referencia ao outro mundo para o qual as almas dos mortos se encaminham após a vida física.

Pode ser visto como uma espécie de paraíso pagão não muito diferente dos conhecidos ALEGRES CAMPOS DE CAÇA de algumas tradições dos nativos norte americanos. O summerland dos wiccanos existe no plano astral e é experimentado de modos diferentes por cada individuo, de acordo com a vibração espiritual que ele leve a esse plano de existência.

O período em que alguém permanece em summerland depende da habilidade do individuo de libertar e retomar o material que a alma carrega vida após vida, o que pode fazer com que essa alma renasça na dimensão física.

A existência em summerland permite a um individuo a oportunidade de estudar e compreender as lições da vida anterior e como estas se relacionam com outras vidas já passadas. Na teologia wiccana, este é conhecido como um período de descanso e recuperação.

Uma vez encerrado este período de tempo, o plano elemental começa a atrair o individuo para o renascimento em qualquer dimensão que se harmonize com seu á sua natureza espiritual naquele momento. A alma a reencarnar é então submetida ao plano das forças e pode ser atraída pelo vértice de uma união sexual em curso na dimensão física.

Segundo os ensinamentos misteriosos, um aborto natural ou natimorto indica uma alma que não mais precisava retornar a dimensão física, necessitando apenas uma breve imersão em matéria densa para equilibrar as propriedades elementais etéreas necessárias a seu corpo espiritual.

A outra razão para tais ocorrências é que os pais precisavam aprender a lição da perda para a própria evolução espiritual, caso no qual isso foi possibilitado por uma alma que não necessitava mais de uma existência física.

Os serviços dessas almas elevadas é geralmente notado não só nesses cenários, mas também nos ensinamentos acerca da reencarnação de avatares como Jesus ou Buda.

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Sangrado Por: M@rcu$ às 20h50
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Secao As Tradicoes Wiccanas...

 

 

 Tradições Wiccanas 


"Pela estaca e Caldeirão, pela Taça e pela Faca...

Antigos poderes da vida e da morte, reuni-vos na proteção do Círculo.

Parente por parente, sangue por sangue...

Poderes ancestrais deste nosso sangue Somos o vosso povo, guardai-nos bem."

Evan Jonhs Jonnes, Feitiçaria - a Tradição Renovada




Segundo o dicionário, Tradição “é um método específico de ação, atitude ou ensinamentos que são passados de geração para geração”. Na Wicca, a palavra Tradição tem um significado diferente: é um conjunto específico de rituais, ética, instrumentos, liturgia e crenças. Resumindo, uma Tradição é um subgrupo específico dentro da Wicca.

Hoje muitas pessoas estão confundindo o que é uma Tradição da Bruxaria. Muitos afirmam que a Wicca é uma Tradição, o que não é verdade!

A Wicca não é uma Tradição, mas sim uma Religião que possui diversas Tradições.

Cada Tradição tem sua própria estrutura, rituais, liturgias, mitos próprios que são passados de praticante para praticante. Mas todas elas seguem o mesmo princípio filosófico:

A celebração da Deusa e do Deus através de rituais sazonais; ligados à Lua e ao Sol, os Sabbats e Esbats.

O respeito à Terra, que é encarada como uma manifestação da própria Deusa.

A magia é vista como uma parte natural da Religião e é utilizada com propósitos construtivos, nunca destrutivos.

O proselitismo é tido como inadmissível.



A Filosofia, os ritos, as concepções são muitos diversos e radicalmente diferentes de uma Tradição para outra. Com freqüência isso ocorre dentre de duas dissidências da mesma Tradição.

Às vezes uma Tradição pode não reconhecer um iniciado em outra Tradição e, por isso, é muito comum ouvirmos relatos de Bruxos que se iniciaram em duas, três ou quatro Tradições distintas. Outras Tradições, porém, são mais flexíveis e acolhem Bruxos de outras Tradições em seu segmento.

Cada Tradição tem seu próprio Livro das Sombras, que contém seus Ritos sagrados e idéias sobre a Divindade. É muito comum uma Tradição afirmar que o seu Livro é o único descendente do primeiro Livro das Sombras redigido.

Outro ponto de divergência entre as Tradições relaciona-se à hierarquia. Algumas são extremamente hierárquica, enquanto outras a consideram inadmissível e a têm como tabu.

Algumas Tradições aceitam e incentivam seus membros a praticarem a Bruxaria sozinhos, enquanto em outras é terminantemente proibida a prática mágica de qualquer tipo fora do Coven e sem a supervisão do Sacerdote ou da Sacerdotisa.

Isso ocorre porque na Wicca não existe nenhum dogma ou liturgia fixa, e na maioria das vezes o único ponto em comum que une as inúmeras Tradições é a crença na Deusa, criadora de tudo e de todos e a supremancia Dela em seus cultos.

Talvez seja essa ausência de coesão que tenha conseguido fazer com que a Bruxaria sobrevivesse através do séculos, depois de tantos massacres, cruzadas e propagandas enganosas. Talvez também por esse motivo tantas pessoas se voltem às práticas Pagãs, pois a Bruxaria é uma Religião adequada àqueles que sentem que sua forma de contatar o Divino é demasiadamente individual para se adaptar às imposições e aos dogmas estabelecidos pela maioria das Religiões.



Sangrado Por: M@rcu$ às 00h03
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Continuando...

Algumas Tradições da Wicca

A seguir, encontram-se algumas Tradições da Wicca.

Por necessidade, as definições expostas são gerais, porém cada Bruxo, mesmo que faça parte de uma Tradição específica, pode definir seu caminho de modo diferente.

Tradição 1734: Tipicamente britânica é, às vezes, uma Tradição eclética baseada nas idéias do poeta Robert Cochrane, um auto-intitulado Bruxo hereditário que se suicidou ao ingerir um grande quantidade de beladona. 1734 é usado como um criptograma (caracteres secretos) para o nome da Deusa honrada nessa tradição.

Tradição Alexandrina: Uma Tradição popular, fundada por Alex Sanders que floresceu ao redor da Inglaterra em 1960.

A Tradição Alexandrina é muito semelhante à Gardneriana, com algumas mudanças menores e emendas. Essa Tradição trabalha à maneira de Alex e Maxine Sanderes, que diziam ter sido iniciados por sua avó em 1933. a maioria dos rituais é muito formal e embasada na Magia cerimonial. É também uma tradição polarizada, na qual a Sacerdotisa representa o princípio feminino e o Sacerdote, o princípio masculino. Os rituais sazonais, na maior parte, são baseados na divisão do ano entre o Rei do Azevinho e o Rei do Carvalho e diversos dramas rituais tratam do tema do Deusa da Morte/Ressurreição. Como na Tradição Gardneriana a Sacerdotisa é elevada à autoridade máxima. Entretanto, os precursores de ambas as Tradições forma homens.

Embora similar à Gardneriana, a Tradição Alexandrina tende a ser mais eclética e liberal. Algumas das regras estritas Gardnerianas, tais como a exigência do nudismo ritual, são opcionais.

Alex Sanders intitulou-se a certa altura “Rei das Bruxas”, considerando que o grande número de pessoas que tinha iniciado na sua Tradição lhe dava esse direito, nem os seus próprios discípulos o levaram muito a sério, e para a comunidade Pagã, no geral, esse título foi apenas motivo de troça, quando não, de repúdio.

Janet e Stewart Farrar são os mais famosos Bruxos que divulgaram largamente a Tradição Alexandrina em suas publicações.

Tradicional Britânica: Uma Tradição com uma forte estrutura hierárquica e graus. Os rituais estão centrados na Tradição Céltica e Gardneriana.

Wicca Céltica: Uma Tradição muito telúrica, com enfoques na Natureza, nos elementos e elementais, algumas vezes nas fadas, plantas, etc. muitas Bruxas Verdes (Green Witches) e adeptos do Druidismo seguem esse caminho, centrado no panteão céltico antigo e em seus Deuses e Deusas.

Tradição Caledoniana ou Caledonni: Uma Tradição que tenta preservar os antigos festivais dos escoceses, às vezes é chamada de Tradição Hecatina.

Tradição Picta: É uma das manifestações da Bruxaria tipicamente escocesa. Na maioria das vezes é uma forma solitária da Arte. Seu enfoque prático é basicamente mágico e possui poucos elementos religiosos e filosóficos.

Bruxaria Cerimonial: Usa a magia cerimonial para atingir uma conexão mais forte com as divindades e perceber seus propósitos mais elevados e suas habilidades. Seus rituais são freqüentemente derivações da Magia Cabalística e da Magia Egípcia. Embora certamente, mas não de forma intencional, esse caminho seja infestado freqüentemente por egoístas e pessoas inseguras que usam a Magia Cerimonial para duas finalidades: adquirir tudo aquilo que querem e atingir níveis mais altos para poderem olhar de cima.

Esses atributos não são uma regra em todos os Bruxos Cerimoniais e há muitos Bruxos sinceros nesse caminho.

Tradição Diânica: Algumas Bruxas Diânicas só enfocam seus cultos na Deusa, são muito politicamente ativas e feministas. Outras Bruxas Diânicas simplesmente enfocam seu culto na Deusa como uma forma de compensar os muitos anos de domínio Patriarcal na Terra. Algumas Bruxas Diânicas usam esse título para denotar que são “as Filhas de Diana”, a Deusa protetora delas. Há bruxas diânicas que são tudo isso, algumas que não são nada disso, e outras que são um misto disso.

A Arte Diânica possui duas filiais distintas:

1. uma filial fundada no Texas por Morgan McFarland, que dá supremacia à Deusa em sua thealogia, mas honra o Deus Cornífero como seu Consorte. Amado e abençoado. Os membros às vezes “Old Dianic” (Velha Diânica), e há alguns Covens descendentes dessa Tradição, especialmente no Texas. Outros Covens, similares na thealogia mas que não descendem diretamente da linha de McFarland, estão espalhados pelos Estados Unidos.

2. a outra filial, chamada às vezes de Feitiçaria Diânica Feminista, focaliza exclusivamente a Deusa e somente mulheres participam de seus Covens e grupos. Geralmente seus rituais são livres e não são hierárquicos, usando a criatividade e o consenso para a realização de seus rituais. São politicamente um grupo feminista.



Tradição Georgina: Essa Tradição foi criada por George Patterson, que se auto-intitulou um “Sumo Sacerdote Georgino”. Quando começou o seu próprio Coven, chamou-o de Georgino, já que seu prenome era George.

Se há uma palavra que melhor pode descrever a Tradição de George, esta é Eclética. A Tradição Georgina é um composto de rituais Celtas, Alexandrinos, Gardnerianos e tradicionais. Mesmo que a maior parte do material fornecido aos estudantes seja Alexandrino, nunca houve um imperativo para seguir cegamente seu conteúdo. Os boletins de notícias publicados pelo fundador da Tradição estavam sempre cheios de contribuições dos povos de muitas outras Tradições. Parece que a intenção do Sr. Patterson em fornecer uma visão abrangente aos seus discípulos.

Ecletismo: Um Bruxo eclético é aquele que funde idéias de muitas Tradições ou fontes. Assim como no Caldeirão de uma Bruxa são somados elementos para completar a poção que é preparada, assim também são somadas várias informações de várias Tradições para criar um modo mágico de trabalhar. Essa “Tradição”, que na realidade não é uma Tradição, é flexível, mas, às vezes, carece de fundamento. Geralmente, são criados rituais e Covens de estrutura livre.

Tradição das Fadas ou Fairy Wicca: Há várias facções da Tradição das Fadas. Segundo os membros dessa Tradição, seus ritos e conhecimentos tiveram origem entre os antigos povos da Europa da Idade do Bronze, que ao migrarem para as colinas e altas montanhas devido às guerras e invasões, ficaram conhecidos como Sides, Pictos, Duendes ou Fadas.

Alguns dos nomes mais famosos dessa Tradição são Victor e Cora Anderson, Tom Delong (Gwydion Penderwyn), Starhawk, etc.



Sangrado Por: M@rcu$ às 00h02
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Continuando...

Tradição Gardneriana: Fundada por Geral Gardner na década de 1950 na Inglaterra. Essa tradição contribuiu muito para a Arte ser o que é hoje. A estrutura de muitos rituais e trabalhos mágicos em numerosas Tradições é originária do Trabalho de Gardner. Algumas das reivindicações históricas feitas pelo próprio Gardner e por algumas Bruxas Gardnerianas ainda têm de ser verificadas (e em alguns casos são fortemente contestadas); porém, essa Tradição apoiou muitas Bruxas modernas.

Gerald B. Gardner é considerado “o avô” de toda a Neo-Wicca. Foi iniciado em um Coven de Newforest, na Inglaterra, em 1939. em 1951, a última das leis inglesas contra a Bruxaria foi banida (primeiramente devido à pressão de Espiritualistas) e Gardner publicou o famoso livro Witchcraft Today, trazendo uma versão dos rituais e as Tradições do Coven pelo qual foi Iniciandos.

A Bíblia Completa das Bruxas (The Witches Bible), escrita por Janet e Stewart Farrar, como também muitos livros escritos por Doreen Valiente, têm base nessa Tradição e na Tradição Alexandrina em muitos aspectos.

Tradição Hecatina: Uma Tradição de Bruxos que buscam inspiração em Hécate e tentam reconstruir modernizar os rituais antigos da adoração a essa Deusa. Algumas vezes é chamada de Tradição Caledoniana ou Caledonii.

Bruxo Hereditário ou Tradição Familiar: Um bruxo que normalmente foi treinado por um ente familiar e/ou pode localizar sua história familiar em outro bruxo ou bruxos.

Os bruxos hereditários ou, como gosto de chamar, genéticos são pessoas que têm, ou supõem ter, uma ascendência Pagã (mãe, tia, avó são os alvos mais visados).

A maioria dos Hereditários não aceita a infiltração de pessoas não-pertencentes à sua dinastia, porém algumas Tradições Familiares “adotam” alguns membros, escolhidos “a dedo”, em seu segmento.

Bruxa de cozinha: Uma Bruxa prática, que é freqüentemente eclética, enfoca e centra sua magia e espiritualidade ao redor “do forno e do lar”.

Seax Wicca ou Wicca Saxônica: Fundada em 1973 pelo autor prolífico Raymond Buckland, que era, naquele momento, um Bruxo Gardneriano. Uma das primeiras tradições precursoras dos Bruxos Solitários e auto-iniciados. Esses dois aspectos fizeram dela um caminho popular.

Bruxo Solitário: Uma pessoa que pratica a Arte só (mas pode se juntar às festividades de Sabbat em um Coven ou com outros Bruxos Solitários ocasionalmente). Um bruxo solitário pode seguir quaisquer das Tradições, ou nenhuma delas. A maioria de bruxos ecléticos é Solitária.

Tradição Strega: Começou ao redor da Itália em 1353. a história controversa sobre essa Tradição pode ser encontrada em muitos locais e livros. Aradia... Gospell of the Witches (Aradia... A Doutrina das Bruxas) é uma obra desse tipo.

Tradição Teutônica ou Nórdica: Teutônicos são um grupo de pessoas que falam norueguês, fosso, islandês, sueco ou inglês e outros dialetos europeus que são considerados “idiomas germânico”. Um bruxo Teutônicos acha freqüentemente inspiração nos mitos tradicionais e lendas, Deuses e Deusas das áreas onde esses dialetos se originaram.

Tradição Algard: Uma americana iniciada nas Tradições Gardneriana e Alexandrina, chamada Mary Nesnick, fundou essa “nova” Tradição, que reúne ensinamentos de ambas as Tradições sob uma única insígnia.

Bruxaria Tradicional: Todo bruxo tradicional dará uma definição diferente para esse termo. Um bruxo tradicional é aquele que freqüentemente prefere o título de Bruxo ou Wiccano e define os dois como cominhos muito diferentes. Um bruxo tradicional fundamenta seu trabalho mágico em métodos históricos da Tradição, religiosidade e geografia de seu país.

Tradição Galesa de Gwyddonaid: Tradição Galesa Céltica da Wicca que adora o panteão galês de Deuses e Deusas. Gwyddonaid foi quem grosseiramente traduziu a ignóbil obra galesa. Árvore da Bruxa (Tree Witches) e propagou essa forma de trabalhar magicamente.

(Retirado do livro Wicca, A Tradição da Deusa de Claudiney Prieto)

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Sangrado Por: M@rcu$ às 00h01
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Secao Pedras de Poder

CRISTAIS

Cristais são minerais dotados de energias. Eles possuem um campo atômico e emitem um tipo de energia sutil inesgotável, usada para auxiliar na cura de doenças físicas e mentais.

Seu campo magnético é constante e, portanto, sua energia é inesgotável.

Muitas vezes, vemos pessoas que não deixam ninguém tocar em seus cristais. Essa postura, além de ser um tanto antipática e egoísta, é pura crença. A única coisa que pode acontecer é o cristal passar energia e beneficiar essa pessoa, o que faz parte da sua missão.

Depois, é só limpá-lo e energizá-lo e ele ficará melhor do que antes. A energia do cristal, quanto mais estimulada, mais se movimenta, ampliando sua intensidade.

Falar sobre os cristais, os tipos de cristais descobertos até hoje, suas propriedades, as formas com que se apresentam, os benefícios que podemos receber deles, sua composição, sua atualização e todas as formas de utilizá-los, é um assunto inesgotável. Aqui, daremos apenas uma breve explicação sobre as propriedades de alguns cristais que são encontrados facilmente e ensinaremos uma proteção para ambientes feita com os cristais em um vidro com água. Com certeza, será uma proteção muito bem-vinda em sua casa.


Propriedades dos Cristais

Ametista:
sua energia combate o alcoolismo, tristeza, mágoa e depressão. É considerada como o cristal da paz, pois propicia paz e bons pensamentos, sensitividade, protegendo-nos de ladrões e ferimentos.

Citrino amarelo: atua nos órgãos do plexo solar, combatendo fraquezas musculares. No campo emocional, combate as fraquezas mentais e instintos auto-destrutivos, promovendo equilíbrio e ajudando na área profissional. É muito usado em rituais para prosperidade.

Granada: trabalha com a sexualidade e reforça a energia física. Desenvolve a auto-percepção, a coragem e o magnetismo. Repele as energias negativas dos chakras.

Hematita: muito boa para a regeneração de tecidos e distúrbios do sangue. Proporciona tranqüilidade e divinação. Elimina doenças do corpo e estimula desejos.

Quartzo azul: atua na área da garganta e boca. É considerado o cristal da comunicação e da tranqüilidade, pois proporciona equilíbrio da comunicação e expressão.

Quartzo rosa: auxilia no tratamento de doenças dos órgãos do tórax, reduz rugas e estimula os glóbulos vermelhos. É considerado o cristal do amor, expressão pessoal e artística, aumenta a auto-estima.

Quartzo verde: trabalha com o timo, propicia recuperação geral e resistência imunológica. Traz equilíbrio, calma, centramento, saúde e prosperidade.

Quartzo transparente: energizador e excelente em trabalhos para curas em geral. Atua no sistema límbico, auxiliando na cura das doenças psicossomáticas. É considerado um "cristal curinga", porque tranforma as energias.

Sodalida: trabalha com a visão e a audição. Reforça a auto-estima, auto-confiança, a percepção, auxiliando o desenvolvimento da terceira visão e da intuição. Muito bom para ser usado em meditações, pois colabora com o crescimento espiritual e traz sabedoria.

Turmalina negra: muito usada em casos de artrite, reumatismo e doenças coronárias. Combate a ansiedade e a desorientação. Traz proteção e centramento.

Pirita: regida por Marte, propicia dinheiro, divinação e sorte. Muitos consideram a pirita como metal. Este cristal é o famoso "ouro de tolo", porque, na sua forma bruta, parece com o ouro. Traz sorte, dinheiro e capacidade mental.


Como limpar e energizar os cristais

Para limpar os cristais, basta lavá-los em água corrente ou passá-los na fumaça do incenso.

A energização poderá ser feita colocando-os em um recipiente de cerâmica, vidro ou pedra com água e expô-los aos raios do sol ou da Lua Nova, Cheia ou Crescente.

Colocá-los na chuva também é excelente para a energização.

Muitos usam a água com sal grosso na energização. Mas este método altera o aspecto de certos cristais que têm metal em sua composição, como, por exemplo, a pirita.


Pote de proteção

Material:

. um pote de vidro ou um copo de vidro
. nove cristais a sua escolha
. água

Modo de fazer:
Coloque os nove cristais no pote de vidro com água que cubra os cristais. Coloque seu pote de proteção no lado direito da entrada de sua casa, escritório ou estabelecimento comercial.

Troque a água para limpeza e energização uma vez por semana ou quando sentir que as energias do local estão muito densas.



Sangrado Por: M@rcu$ às 23h11
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Stonehenge

Obra dos primitivos povos britânicos, Stonehenge é um exemplo clássico das civilizações megalíticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi construído entre os anos 2800 e 1100 a . C., em três fases separadas: 1ª Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o círculo externo de Stonehenge e dos três círculos de buracos, cinqüenta e seis ao todo, que cercam o monumento.

As quatro "pedras de estação" que se supõe terem sido utilizadas como um Observatório Astronômico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calendário de estações do ano. 2ª Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a construção do duplo círculo de pedras, em posição vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das planícies cobertas de grama que o rodeiam.

Na Terceira e última fase, o duplo círculo de pedras foi separado e reconstruído, sendo erguidos muitos dos trílitos.

Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Os saxões chamavam ao grupo de pedras erectas "Stonehenge" ou "Hanging Stones" ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como "Dança de Gigantes".

Novos construtores edificaram uma avenida de monólitos que ligava Stonehenge ao rio Avalon a cerca de 3,2 Km de distância. Stonehenge sobreviveu e a sua magia nunca desapareceu. Atribui-se ao mago Merlim o levantamento das pedras, enquanto que a população local acreditou por muitos anos que as pedras tinham poder curativo que, quando transferidos para a água, conseguiam curar todo o tipo de doenças.

Durante séculos, Stonehenge foi cenário de reuniões de camponeses e nos últimos 90 anos os "Druidas" modernos celebraram aqui o solstício de Verão. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que aí tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas

Os Arqueólogos, no entanto, ainda consideram a hipótese de uma construção religiosa...

Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milênio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.



Sangrado Por: M@rcu$ às 15h43
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Continuando...

A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade pois foram construídos logo depois da chegada dos Atlantes. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.

 

Megálito

Do grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e centro-americanas. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte da África sendo os locais mais importantes.

Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.

Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso. A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo.


Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras (algumas com 45 toneladas e 5 metros de altura), construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.

Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia atividade humana no local há mais de 10 000 anos. Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitetônico.

Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.

Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar.

Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses.

Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.



Sangrado Por: M@rcu$ às 15h41
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Continuando...

Importância de Stonehenge para a História da Matemática

A maior parte dos historiadores que estudaram Stonehenge afirma que o mesmo era usado como uma calculadora de pedra, um verdadeiro computador megalítico com o objetivo de prever o nascimento do Sol e da Lua no solstício e no equinócio. Contudo, existem historiadores que não aceitam os argumentos e dados associados e apresentam outras explicações para a construção desse monumento.

                                                                                 Fim                                                                                    

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Sangrado Por: M@rcu$ às 15h40
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Avalon ou Glastonbury

Castelos e fortificações de pedra compõem boa parte da paisagem da Inglaterra rural. Em muitos deles, a passagem do Rei Arthur e de seus leais cavaleiros da Távola Redonda com seus feitos nobres deixou marcas, ajudando a construir suas histórias.

Mas é no sudoeste da Inglaterra, a 150 km de Londres, na cidadezinha de Glastonbury (um dos lugares mais sagrados da Inglaterra) que expedições arqueológicas encontraram não só vestígios de um Arthur em carne e osso como também do seu refúgio, a lendária Ilha de Avalon.

Para muitos respeitáveis estudiosos, porém, não há dúvidas de que a pacata e bucólica Glastonbury de hoje foi outrora a mítica Ilha de Avalon e atrai visitantes de todos os gêneros: românticos fascinados pela história do rei Arthur, peregrinos à procura da herança da antiga religião, místicos em busca do Santo Graal, em busca da energia que emana de Stonehenge que era ligada ao antigo rio Avalon, ainda quando Glastonbury era rodeada por pântanos, enquanto; os astrólogos são seduzidos pela existência de um zodíaco na paisagem, chamado Templo das Estrelas de Glastonbury por Katherine Maltwood.

Pesquisas arqueológicas atestam que os campos de Glastonbury há milhares de anos, foram pântanos drenados, ou seja, a cidade já foi uma ilha, o que reforça sua proximidade com as lendas de Avalon também chamada de "Ynis Vitrin" ou Ilha de Vidro. O nome Avalon tem origem no semi-deus celta Avalloc. Os Celtas a consideravam uma passagem para outro nível de existência.

Segundo pesquisadores, Avalon ainda pertencia ao mundo, a comunidade de lá convivia pacificamente com os cristãos, que ali chegaram pedindo abrigo. Foram acolhidos com a condição de que não interferissem nos cultos e nas tradições antigas. Diz-se que padre José de Arimatéia levou o cálice Graal contendo o sangue de Jesus para a ilha de Avalon (Glastonbury com seus pântanos atualmente drenados).

Em Avalon havia suas deusas e deuses, vivia em harmonia com a natureza, ao seu ritmo, seguindo as mudanças das estações do ano, os ciclos da lua com seus antigos rituais. Viviam lá as Sacerdotisas da Lua e aprendizes dos mistérios e forças da natureza, conheciam a magia, as ervas para curar, os segredos do céu e das estrelas e a música principalmente...Em Avalon onde tudo florescia era iluminada pelo sol.

Entretanto, com o passar do tempo, os padres (não José de Arimatéia, que se “dizia”, teria uma concepção contrária de outros padres) começaram a ver os cultos pagãos como profanos, dizendo que em seus rituais o demônio era adorado, condenando-os. Muitas comunidades pagãs foram destruídas, e a partir de 391, com a consolidação do cristianismo como religião oficial do Império Romano, as perseguições tornaram-se maiores e os cultos pagãos foram totalmente proibidos.

Avalon é uma ilha sagrada. Há muitas eras, pertencia ao mundo, mas hoje, está entre a Terra e o Reino Encantado, cercado pelas brumas que encobrem a ilha e a separa do mundo dos homens.

Inúmeros sítios místicos da Bretanha envolvem uma história particularmente rica e variada, figurando em cultura druida, cristãos, cultos celtas, no ciclo arturiano e na espiritualidade da Nova Era. No entanto, mesmo as associações mais antigas são relativamente novas, se comparadas com os primórdios dos marcos sagrados. Há 6 mil anos ou mais, alguns desses sítios constituíam o solo sagrado de um povo mais remoto – os adoradores neolíticos da Deusa-Mãe.

A Deusa, uma divindade da mãe-terra reverenciada pelas sociedades primitivas em muitas partes do mundo, aparentemente teve seus seguidores na Inglaterra. Em Silbury Hill há uma enorme colina perto de Stonehenge, que teria representado o ventre da deusa grávida. Para erguê-la, seus construtores teriam feito um esforço prodigioso, arrastando cerca de 36 milhões de cestas cheias de terra, durante 15 anos.

A pedra-ovo, considerada símbolo da poderosa mãe cósmica pode possuir uma energia própria: Dowsers afirma que ela emite fortes vibrações. Com quase 40 metros de altura, uma estrutura artificial pré-histórica que alguns historiadores acreditam que ela representasse um olho, um símbolo usual da deusa-mãe. O morro em si seria a íris e o círculo em seu topo, a pupila.

A 1,50 quilômetro a leste de Glastonbury, ergue-se a mais de 150 metros de altitude outra colossal gravidez da terra, o Tor, um cone extraordinário, visível de todas as direções em um raio de mais de 30 quilômetros.

Ao redor de suas encostas os terraços construídos pelos homens formam um imenso labirinto que se enrosca até o corpo. Alguns pesquisadores acreditam que esses caminhos tortuosos foram projetados para a prática de rituais pagãos, na pré-história.

O Tor é coroado pela torre em ruínas de uma igreja dedicada a São Miguel, um célebre caçador de dragões e inimigo dos espíritos do mal.



Sangrado Por: M@rcu$ às 18h15
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Continuando...

Os monges medievais erigiram a igreja com o intuito de cristianizar o local e erradicar seus vínculos com reis e deuses pagãos.

O que na minha opinião, este tipo de estratégia nunca funcionou, pois a fé está dentro de nossos corações, em nossos pensamentos e a natureza é a nossa razão principal, não serão templos erguidos pelas mãos de mortais que irão fazer de nós pessoas boas ou ruins.

Cito aqui uma mensagem que tive o prazer de ler no livro da Marion (As Brumas de Avalon) em que diz: Morgana fala...

 

A verdade tem muitas faces e assemelha-se à velha estrada que conduz a Avalon: o lugar para onde o caminho nos levará depende da nossa própria vontade e de nossos pensamentos, e, talvez, no fim, chegaremos ou à sagrada ilha da eternidade, ou aos padres, com seus sinos, sua morte, seu Satã e Inferno e danação...

Segundo uma lenda celta, a entrada para Annwn, a morada subterrânea das fadas, pode ser encontrada através de túneis e câmaras naturais localizadas debaixo do Tor. Seria através desse portal que Gwynn ap Nudd, rei das fadas, teria partido em caçadas selvagens para encontrar e roubar os espíritos dos mortos.

O Tor de Glastonbury é inconfundível em uma vista aérea. Sobressai de tal maneira na paisagem, que induziu à hipótese de ter servido como referência para a aterrissagem de discos voadores. “Tor” em celta significa Portal, passagem; estaria ali o umbral que permite a passagem do nosso mundo para a ilha sagrada de Avalon.

Uma tradição milenar relata também que está em Glastonbury (antiga Ilha de Avalon) o Poço do Cálice Sagrado (Chalice Well), onde José de Arimatéia, amigo e protetor de Cristo, no ano 37 d.C., teria escondido o Santo Graal, o cálice da Santa Ceia, contendo o sangue de Jesus. O poço fica nas proximidades da colina de Tor.

É um lugar muito apreciado para meditação. De uma fonte, sai uma água pura e cristalina com propriedades medicinais. O sangue do cálice teria sacralizado e tingido a água pura do poço.

Esta é realmente vermelha. Segundo cientistas, devido ao alto teor de ferro no solo. Para os turistas e locais, beber as águas do "Chalice Well" é beber da própria fonte da juventude.

Enfim, Glastonbury é um berço sagrado que abriga muitos mistérios...

Awen

www.misteriosantigos.com

Fim



Sangrado Por: M@rcu$ às 18h14
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.:Perfil:.





Nome:Marcus Vinicius Goncalves Salomao

Idade:12

E-mail: magomarc1@hotmail.com

Gosta de:Sair pra conversar com os amigos, gosto de ouvir musica ler livros, ficar no meu pc ve minha tv...etc

Não gosto:Não gosto de pessoas falsas e pessoas sinicas, nao gosto de correr kkkk, nao gosto de pessoas sertinhas...

Religiao/CrendicesPaganismo.

Acredita:Hum acredito em tanta coisa, bom acredito nos deuses, na imortalidade da alma, acredito em espiritos, nas energias da natureza, acredito q tudo q e vivo e sagrado e tem q ser cuidado e respeitado, acredito em magia, que tudo e formado por energia/magia..Etc.

Não acredita:Nao acredito em demonios nem em crendices cristas q e formada por fanaticos de igrejas etc...Nao acredito q essista um deus maior aquele tal superior e vingativo e tal nao acredito em milagre pois milagre e o inesplicavel, oq os cristaos nao conseguiram esplicar.

Desenhos: Nao gosto muito de desenhos mais quando assisto, eu assisto bob esponja,kkkk mais fala serio ate adulto gosta daquilo, haha gosto das 3 espians d+..kkkkk

Livros:As brumas de avalon, misterios wicccanos, rituais celtas, o livro celta dos mortos, o livro da mitologia celta,eu amo todos aqueles da serie vagalume...Gosto do livros The Druids/Their Origins and History,Wiccan Magick... etc

Filmes:As brumas de avalon, jovens bruxas, todo mundo em panico 1, doce novembro,harry potter, senhor dos aneis, Stand By Me, Bruxas de Blair 1 e 2...etc.

Musica:Hum, she will be loved, be like that, one of us, get low,uma voz no vento,as horas,sunday morning,uma vez mais,it is over now...

Coisas que me identifico:hum eu me indentifico com o filme as brumas de avalon e jovens bruxas, uma religiao seria a wicca, me indentifico com poucos dos meus amigos...

.:Historico:.

04/11/2007 a 10/11/2007
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Livro muito bom para quem quer saber um pouco mais da cultura celta..

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Um maravilhoso trabalho da Marion Zimmer Bradley,(As brumas de Avalon) um romance otimo, que ira falar um pouco dos druidas suas culturas e as lendas de avalon,morgana,senhora do lago,arthur e o poderoso mago merlin...Um otimo trabalho minha nota para esse livro e 10...

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